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Os novos donos do trono no reino da hipocrisia

The Intercept - Engl. - vor 4 Stunden 31 Minuten

É um engano achar que haverá alguma mudança no Brasil com a quase confirmada queda de Dilma Rousseff. Uma alegoria suficiente para explicar o que acontece no país precisa ir além da velha história do bode na sala. Tira-se o bicho, mas o cheiro fica. Aqui na nossa política, a sala está é lotada de bodes (e raposas). Tira-se um, e ficam outros, muitos outros.

Remover Dilma do poder em razão de irregularidades orçamentárias significaria – em um país onde “as instituições estão funcionando”, como tentou nos ensinar o coerente ministro Gilmar Mendes – que prefeitos, governadores, ministros, deputados e senadores não durariam uma semana no cargo a partir do primeiro recebimento de propina para direcionar contratos executados com dinheiro do… orçamento público.

O afastamento de Dilma é político, claramente político. Mas política não é crime. Então, me corrijo para dizer que o afastamento é oportunista. Mais que isso, é hipócrita. Não existe discurso técnico que convença alguém minimamente bem informado que ela merecia ser deposta do cargo para o qual foi eleita em sufrágio universal por conta de manobras orçamentárias que não resultaram em um único centavo desviado para o seu bolso – e isso num país onde pululam corruptos de fato.

A República brasileira está cheia daqueles bodes e raposas, de todas as cores e pelagens, que, aí sim, colocaram muito dinheiro público no bolso. Boa parte deles, ou ao menos aqueles com os bolsos mais valorizados, está agora no Senado, apontando o dedo para a irresponsável fiscal Dilma Rousseff. Dos 59 que ali estão e que votaram a favor do impeachment na última sessão do Senado, 24 já foram governadores ou prefeitos e, portanto, tiveram de lidar com o orçamento e suas regras.

Proponho o seguinte exercício: leia os pareceres de auditores fiscais dos tribunais de conta estaduais sobre as contas desses ex-governadores e conte quantas e quais ressalvas são feitas para se aprovar essas gestões.

Um exemplo. O ano de 2010, em Minas Gerais, foi curioso pelo fato de ter dois governadores: Aécio Neves e seu vice, Antonio Anastasia, que assumiu o posto depois de o mineiro ter saído para concorrer ao Senado. Os dois, hoje, estão na linha de frente da oposição a Dilma e estarão sentados de frente para ela na segunda-feira. Anastasia inclusive presidiu a comissão especial do impeachment, apresentando longo parecer condenatório. Aécio aspira ao Palácio do Planalto desde que começou sua carreira política.

Convido você a ler o parecer dos auditores do Tribunal de Contas do Estado, órgão formado majoritariamente por ex-deputados e sempre muito favorável aos governadores de ocasião. O documento mostra que, repetindo procedimentos adotados em anos anteriores e que já tinham sido objeto de ressalvas, o governo Aécio-Anastasia incluiu naquele ano, como despesas em saúde, R$ 816 milhões em gastos feitos com saneamento básico pela Copasa (a empresa de saneamento do governo de Minas Gerais). Essa manobra ajudou a maquiar, segundo os auditores, a aplicação de 12% na área, exigidos pela Constituição Federal – cujas regras são sempre bradadas para apontar os erros de Dilma.

Embora os auditores e os conselheiros do TCE tenham considerado que a falha não foi grave, no fim daquele ano, a Procuradoria da República em MG entrou com uma ação por improbidade administrativa contra os dois hoje senadores pela não aplicação de R$ 14 bilhões na saúde ao longo de dez anos. Ela foi arquivada logo de início porque o procurador-geral de Minas Gerais, indicado ao cargo por Aécio Neves, não autorizou os procuradores a investigar o ex-governador.

Aécio e Anastasia alegaram que quase todos os Estados fazem a mesma coisa. Pois bem. Dilma hoje também argumenta, com razão, que as pedaladas fiscais são feitas por todo mundo – foi feita até por Michel Temer, como vice. A diferença prática é que ela está prestes a ser deposta da presidência do Brasil, enquanto eles posam no Senado de responsáveis fiscais e adoradores da Constituição.

Brazil's Senate met Monday to form a committee that will consider whether to impeach Rousseff, who has accused her opponents of mounting a constitutional coup. She is accused of illegal government accounting maneuvers, but says she has not committed an impeachment-worthy crime. The Senate committee -- comprising 21 of the 81 senators -- was to debate Rousseff's fate for up to 10 working days before making a recommendation to the full upper house.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />
/ AFP / EVARISTO SA (Photo credit should read EVARISTO SA/AFP/Getty Images)" />

Senador Aecio Neves (direita) ao lado do senator Antonio Anastasia, ambos do PSDB, numa sessão de comitê, dia 25 de abril de 2016, sobre o impeachment da Presidente Dilma Rousseff.

Foto: Evaristo Sa/AFP/Getty Images

O que muda, afinal?

Michel Temer, tudo indica, receberá oficialmente a faixa presidencial na semana que vem e circulará com menos constrangimento entre chefes de Estado de países que olham para cá com uma visão mais crítica sobre o processo que está acontecendo. Mas e aí? Muda o quê? E se ainda fosse  Dilma ou Lula, o que seria diferente?

A política segue sendo feita da mesma forma. O fisiologismo impera. A necessidade de agradar aliados é explícita. Existe uma expectativa silenciosa entre parlamentares e outros políticos, ou às vezes nem tanto, de que a confirmação de Temer no poder representará a abertura das comportas para a repartição de cargos na República para os padrinhos mais poderosos.

Para dar apenas um exemplo da racionalização de fachada da máquina pública sob Temer: o governo interino logo mandou modificar o sistema de cargos nos ministérios, além de enxugar o número de pastas. Mandou para o Congresso uma medida provisória pegando 10,5 mil cargos de livre nomeação no governo federal e restringindo-os apenas a funcionários públicos. No entanto, a medida não atinge os cargos de segundo e terceiro escalão, que seguem livres para serem loteados entre aliados.

Para poupar vocês, vou citar um exemplo somente desse falso choque de meritocracia. Temer colocou o Incra, o órgão central do governo para promover a distribuição de terra no país para quem dela precisa, sob controle político do deputado Paulo Pereira da Silva, um sindicalista urbano, chefe da principal central sindical que apoia o novo governo e acusado de corrupção.

Paulinho da Força, com esse poder extraoficial em mãos, emplacou sem dificuldades ninguém menos que seu filho no comando do Incra em São Paulo, responsável pelas negociações envolvendo a sempre complicada região do Pontal do Paranapanema. Vamos supor aqui que Lula ou Dilma tivesse dado esse poder sobre o Incra para o presidente da CUT e que ele, por sua vez, tivesse colocado seu filho no posto. Eu perderia a conta de reportagens na imprensa nacional sobre o tema – e com razão, diga-se.

Brasília – Deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força fala à imprensa no Palácio do Planalto após segunda rodada de reuniões do governo com representantes de centrais sindicais

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Sai o social, entra o empresarial

Por mais que seja incômodo falar o óbvio, vamos lá: Michel Temer e toda a cúpula – repito, toda – do PMDB é formada por pessoas despreocupadas com os pobres, com a desigualdade social do país, se os negros morrem mais que os brancos, se a polícia executa e depois diz que é confronto, se os direitos das mulheres são desrespeitados diuturnamente. Para não cravar que todos são corruptos, apesar de já terem surgidos indícios fortes contra todos eles, digo que todos são políticos profissionais – e, por serem profissionais e não ligarem muito para valores mais altruístas socialmente falando, estão prontos para fazer o que for preciso para seguirem se destacando em suas carreiras.

O alto poder político brasileiro é moldado dessa maneira. Ou se age diretamente, ou se fecham os olhos. Dilma mesmo fechou os olhos para muita coisa. Lula, então, nem se fala. É um mal do sistema. Para chegar ao topo e se manter lá, é preciso deixar as engrenagens da máquina operarem.

Podem dizer, “Ah, mas o Temer era vice da Dilma. Ele também não vale nada, porque era associado com o PT. Fora Temer também!”. Ok, é um argumento. Mas ele não resiste muito ao fato de que, agora, o partido central de oposição no país desde 2003 – e que se coloca como alternativa responsável de poder e que passou, estranhamente, a empunhar a bandeira da ética desde o escândalo do mensalão –, passou a ser um associado direto do projeto de Michel Temer.

O representante formal do governo no Senado é do PSDB. O chefe da política externa brasileira é do PSDB. O ministro responsável pela execução do programa Minha Casa, Minha Vida e de obras de saneamento país afora é do PSDB. Os tucanos são sócios de Temer. Eles não apoiam o Fora Temer. Eles desconsideram as pedaladas assinadas pelo aliado. Eles querem Temer no poder até 2018, pavimentando um caminho que permita ao partido ter realizações de alcance nacional para mostrar aos eleitores, em 2018, e levar alguém do partido de volta ao poder depois de 16 anos.

O PSDB, assim como o PT, tem sede de poder. São partidos políticos, não organizações zen-budistas que querem apenas disseminar a parte linda da democracia. O PMDB também está nesse grupo, é claro, mas sempre se conformou a agir mais nas sombras, sem necessariamente estar no comando supremo de tudo no governo federal. Não há nenhuma fumacinha sinalizando que isso esteja mudando.

Espectadores protestam o presidente interino Michel Temer no Estádio Olímpico enquanto Thiago Braz Da Silva recebe medalha de ouro nos Jogos Olímpicos, dia 16 de agosto de 2016.

Foto: Franck Fife/AFP/Getty Images

Michel Temer pouco provavelmente será candidato a presidente. Há, e sempre haverá, muita disputa interna dentro do PMDB, e a chance de ele conseguir grandes coisas na economia até 2018 é remota. Além disso, se José Serra e Aécio Neves já quase se mataram na disputa interna dentro do PSDB, é pouquíssimo provável que o partido abra mão de disputar a Presidência nas urnas, ainda mais com Geraldo Alckmin no páreo e diante da fraqueza do PT.

Com o PSDB como sócio de Michel Temer, é natural se perguntar o que, afinal, eles fariam de diferente caso cheguem ao poder daqui a dois anos. Os governos tucanos mais destacados, em São Paulo, Minas Gerais e Paraná sempre seguiram a mesma lógica de fisiologismo praticada em paralelo pelo PT no governo federal. Isso não muda e não mudará. É assim que as coisas funcionam no Brasil. Qualquer iniciativa de meritocracia, ou mesmo de choque de gestão, tenderá a ser de fachada.

As mudanças mais claras que podem haver estão no comprometimento do governo com o lado privado, com regulações que interessam a grandes empresas (nem a questão de responsabilidade fiscal pode ser citada, dada a generosidade oportunista caso o poder de barganha de quem pede seja bom).

Um exemplo de medida bem recente: na última quinta-feira, o governo anunciou que vai liberar uma linha de crédito de R$ 5 bilhões para permitir que empresas possam comprar de maneira mais facilitada ações de outras companhias que estão quebrando.

As mudanças em marcos regulatórios também vão nesta linha. Na mudança da Lei Geral das Telecomunicações, os interesses das operadoras serão contemplados. O governo apoia, por exemplo, a agilização de concessões de rádio e TV, atendendo a apelos da Abert, a associação que faz o lobby das emissoras. A exploração do pré-sal também será aberta, acabando com o monopólio da Petrobras sobre os campos. Projeto nesse sentido deve seguir para o presidente Michel Temer assinar já na outra semana, se as expectativas da base se concretizarem na Câmara. No campo, o governo também está firme no propósito de facilitar a vida dos empresários. Grandes propriedades rurais serão liberadas para serem compradas por estrangeiros. E ainda tem a reforma trabalhista e a previdenciária…

Na área social, as políticas de assistência passam a ser tocadas de maneira muito mais focada em conseguir que uma parcela da população que não pende naturalmente para o eixo PMDB-PSDB passe a simpatizar com os engravatados de sapatos lustrados e as mesóclises dos governantes de ocasião. Objetivo é conseguir penetrar no Nordeste lulista e fazer com que um percentual significativo desses eleitores dê uma chance a esse novo projeto de poder em 2018. Portanto, não existe essa possibilidade tão disseminada em boatos de que Temer acabará com o Bolsa Família. Ele não vai fazer isso. Ele vai é aproveitar isso em seu favor.

O real perigo

The centre will work during the Olympic and Paralympic Games in Rio de Janeiro, which will take place from August 5-21 and September 7-18 respectively.. / AFP / ANDRESSA ANHOLETE (Photo credit should read ANDRESSA ANHOLETE/AFP/Getty Images)" />

Ministro de Justiça Alexandre de Moraes, dia 1 de agosto de 2016.

Foto: Andressa Anholete/AFP/Getty Images

O perigo para 2018 é que haja mudanças mais reais. Mas pelo lado do conservadorismo e do autoritarismo. Nesse campo, Alexandre de Moraes no comando da Polícia Federal e com linha dura do Exército chefiando o serviço secreto, um bom passo nessa direção já está dado. Mas com o fim dos grandes eventos (Copa e Olimpíadas) e a tendência de haver um relaxamento das autoridades considerando as dificuldades financeiras e a falta de necessidade de vender ao exterior uma imagem de país seguro para turistas, a chance de haver uma crise nacional no campo da segurança pública até 2018 não é desprezível. Força Nacional no Rio Grande do Sul era algo impensável até pouco tempo atrás. Mas corpos esquartejados nas ruas de Porto Alegre deram a deixa.

Se juntarmos a isso o fato de que é possível que muitos dos que foram às janelas bater panelas contra Dilma se desencantem ao perceberem que a corrupção continua livre, leve e solta no país, as chances de figuras como Jair Bolsonaro fortalecerem seus discursos de salvação nacional podem crescer ao longo dos próximos dois anos… e aí sim teremos problemas.

Por ora, tudo continua como dantes, apesar do reinado da hipocrisia.

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Lüge als einzige Waffe von Stoltenberg

Indymedia antimil - vor 6 Stunden 34 Minuten
von: Paul Graeber am: 29.08.2016 - 11:47

Kein Mittel ist im Krieg zu schlecht. Konkret gesagt, geht es um einen Informationskrieg, in dem die Hauptwaffe die Lüge ist.

Deutsches Rotes Kreuz – Mit Anwälten gegen Kritiker

RIB/DAKS - vor 9 Stunden 46 Minuten

Das „Deutsches Rotes Kreuz“ (DRK) kooperiere immer enger mit der Bundeswehr und verliere dadurch seinen zivilen Charakter, bemängeln Friedensaktivisten. Gegen die Kritiker geht das DRK mit Anwälten vor.

1.750 Euro, so viel soll die „Deutsche Friedensgesellschaft – Vereinigte KriegsdienstgegnerInnen“ (DFG-VK) für eine Aktionswebsite zahlen, die über die Verbindungen zwischen dem DRK und der deutschen Armee aufklärte – die an das Corporate-Design der Hilfsorganisation angelehnte Website ist mittlerweile offline. Nur wenige Tage nachdem die Website im Mai online gegangen war, meldeten sich Anwälte des DRK bei den Friedensaktivistinnen und -aktivisten und verlangten die Abschaltung sowie die Abgabe einer Unterlassungserklärung: „Statt sich inhaltlich mit unserer Kritik auseinanderzusetzen, geht das DRK juristisch gegen uns vor“, meint Christoph Neeb, Bundessprecher der „Deutsche Friedensgesellschaft – Vereinigte KriegsdienstgegnerInnen“.

Das DRK präsentiert sich zusammen mit der Bundeswehr auf der ILA2016 in einem Feldlazarett (Bild. Stephan Möhrle / RIB)

Tatsächlich sieht es danach aus, dass die Verbindungen zwischen dem DRK und der Bundeswehr zuletzt immer enger geworden sind: Schon 2003 bekannte sich das DRK explizit zur „Mitwirkung“ an Militäreinsätzen. 2008 definierte dann ein Bundesgesetz die „Unterstützung des Sanitätsdienstes der Bundeswehr“ als zentrale „Aufgabe“ der Hilfsorganisation. Seit 2009 unterhält das DRK einen eigenen „Beauftragten für zivil-militärische Zusammenarbeit“. Seit 2014 finden gemeinsame „Joint Cooperation“-Manöver von DRK, Bundeswehr und weiteren Armeen statt. Und am 24. November 2015 unterzeichneten der DRK-Generalsekretär Christian Reuter und Markus Grübel, der parlamentarische Staatssekretär im Verteidigungsministerium, die erste zentrale Kooperationsvereinbarung – es soll der Zusammenarbeit ein „offizielles Fundament“ geben. Dies machte die „Deutsche Friedensgesellschaft“ auf ihrer Aktionswebsite öffentlich.
„Das DRK sorgt sich um die Unverwechselbarkeit seiner Organisation, aber offenbar nicht darum mit der Bundeswehr gleichgesetzt zu werden“, so Christoph Neeb. Die enge Zusammenarbeit beider Akteure verstoße gegen die Rot Kreuz-Grundsätze der „Neutralität“ und „Unparteilichkeit“, bemängelt der Friedensaktivist. Eine Unterlassungserklärung, das DRK-Design nicht mehr zu verwenden, habe man aber mittlerweile unterschrieben. Auch die Rechtsanwaltskosten des Roten Kreuz werde man, nachdem das DRK nachdrücklich darauf gedrängt hat, tragen, so Neeb. An der inhaltlichen Kritik halte man aber fest: „Unter www.bleibt-zivil.de haben wir mittlerweile eine neue Aktionswebsite zur ‚Zivil-Militärischen-Zusammenarbeit‘ zwischen DRK und Bundeswehr veröffentlicht“, erklärt Friedensaktivist Neeb.

Die Helden von Kobane im türkischen Krieg

Rationalgalerie - vor 16 Stunden 22 Minuten
Volker Kauder an der Seite von Recep Tayyip Erdoğan : UNSERE Kurden! Das waren die tapferen Frauen und Männer, die Ende 2014 dem Islamischen Staat, in der Schlacht um Kobanê, eine ganze Region entrissen hatten! TV-Sendungen und Zeitungs-Seiten wussten sich vor lauter virtueller Schlachtenbummlei nicht lassen: UNSERE KURDEN! Wenn aber...

Der Aufstand als Tatsache - der Schmock des Monats

Rationalgalerie - vor 16 Stunden 22 Minuten
Wie die TAGESSCHAU Sprache regelt : Wetten, dass die TAGESSCHAU-Macher schon mal gesehen haben, wie einer aufsteht? Das muss ein Aufständischer gewesen sein. Tatsache! Aber wenn er sich dann wieder setzt, ist er dann widersetzlich oder aber sogar im Widerstand? Fragen über Fragen, die jüngst in...

Wie man Jihadisten fördert

German Foreign Policy - vor 18 Stunden 22 Minuten
(Eigener Bericht) - Unter Nutzung deutscher "Leopard"-Panzer und begleitet von erklärten "Sympathien" der Bundesregierung setzt Deutschlands NATO-Verbündeter Türkei seinen Krieg auf syrischem Territorium fort. Bereits der Einmarsch türkischer Truppen am vergangenen Mittwoch ist Berichten zufolge mit deutschen Kampfpanzern erfolgt. Die Bundesregierung drückt ausdrücklich ihre Zustimmung zu den türkischen Operationen aus. Diese zielen weniger auf die Ausschaltung des "Islamischen Staats" (IS/Daesh) als vielmehr darauf, mit der Errichtung der schon lange geplanten "Schutzzone" auf syrischem Territorium das Entstehen eines zusammenhängenden Gebietes "Westkurdistan" zu verhindern. Berlin unterstützt Ankara, obwohl die türkische Regierung auch bei ihren aktuellen Operationen in Nordsyrien insbesondere islamistische, teils sogar jihadistische Milizen fördert und ihnen damit zum Aufbau entsprechender Herrschaftssysteme verhilft.

Colin Kaepernick Is Righter Than You Know: The National Anthem Is a Celebration of Slavery

The Intercept - Engl. - So, 28/08/2016 - 21:08

Before a preseason game on Friday, San Francisco 49er quarterback Colin Kaepernick refused to stand for the playing of the Star Spangled Banner. When he explained why, he only spoke about the present: “I am not going to stand up to show pride in a flag for a country that oppresses black people and people of color. … There are bodies in the street and people getting paid leave and getting away with murder.”

Twitter then went predictably nuts, with at least one 49er fan burning Kaepernick’s jersey.

Almost no one seems to be aware that even if the U.S. were a perfect country today it would be bizarre to expect African American players to stand for the Star Spangled Banner. Why? Because it literally celebrates the murder of African Americans.

Few people know this because we only ever sing the first verse. But read the end of the third verse and you’ll see why the Star Spangled Banner is not just a musical atrocity, it’s an intellectual and moral one, too:

No refuge could save the hireling and slave
From the terror of flight or the gloom of the grave,
And the star-spangled banner in triumph doth wave
O’er the land of the free and the home of the brave.

The Star Spangled Banner, Americans hazily remember, was written by Francis Scott Key about the Battle of Fort McHenry in Baltimore during the War of 1812. But we don’t ever talk about how the War of 1812 was a war of aggression that began with an attempt by the U.S. to grab Canada from the British Empire.

However, we’d wildly overestimated the strength of the U.S. military. By the time of the Battle of Fort McHenry in 1814, the British had counterattacked and overrun Washington, D.C., setting fire to the White House.

And one of the key tactics behind the British military’s success was its active recruitment of American slaves. As a detailed 2014 article in Harper’s explains, the orders given to the Royal Navy’s Admiral Sir George Cockburn read:

Let the landings you make be more for the protection of the desertion of the Black Population than with a view to any other advantage. … The great point to be attained is the cordial Support of the Black population. With them properly armed & backed with 20,000 British Troops, Mr. Madison will be hurled from his throne.

Whole families found their way to the ships of the British, who accepted everyone and pledged no one would be given back to their “owners.” Adult men were trained to create a regiment called the Colonial Marines, who participated in many of the most important battles, including the August 1814 raid on Washington.

Then on the night of September 13, 1814, the British bombarded Fort McHenry. Key, seeing the fort’s flag the next morning, was inspired to write the lyrics for the Star Spangled Banner.

So when Key penned “No refuge could save the hireling and slave / From the terror of flight or the gloom of the grave,” he was taking great satisfaction in the death of slaves who’d freed themselves. His perspective may have been affected by the fact he owned several slaves himself.

With that in mind, think again about the next two lines: “And the star-spangled banner in triumph doth wave / O’er the land of the free and the home of the brave.”

The reality is that there were human beings fighting for freedom with incredible bravery during the War of 1812. However, the Star Spangled Banner glorifies America’s “triumph” over them — and then turns that reality completely upside down, transforming their killers into the courageous freedom fighters.

After the U.S. and the British signed a peace treaty at the end of 1814, the U.S. government demanded the return of American “property,” which by that point numbered about 6,000 people. The British refused. Most of the 6,000 eventually settled in Canada, with some going to Trinidad, where their descendants are still known as “Merikins.”

Furthermore, if those leading the backlash against Kaepernick need more inspiration, they can get it from Francis Scott Key’s later life.

By 1833 Key was a district attorney for Washington, D.C. As described in a book called Snowstorm in August by former Washington Post reporter Jefferson Morley, the police were notorious thieves, frequently stealing free blacks’ possessions with impunity. One night one of the constables tried to attack a woman who escaped and ran away — until she fell off a bridge across the Potomac and drowned.

“There is neither mercy nor justice for colored people in this district,” an abolitionist paper wrote. “No fuss or stir was made about it. She was got out of the river, and was buried, and there the matter ended.”

Key was furious, and indicted the newspaper for intending “to injure, oppress, aggrieve & vilify the good name, fame, credit & reputation of the Magistrates & constables of Washington County.”

You can decide for yourself whether there’s some connection between what happened 200 years ago and what Colin Kaepernick is angry about today. Maybe it’s all ancient, meaningless history. Or maybe it’s not, and Kaepernick is right, and we really need a new national anthem.

 

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O triunfo tucano na Ponte (de volta) para o Futuro

The Intercept - Engl. - So, 28/08/2016 - 16:00

No último fim de semana, foi anunciada uma maior participação do PSDB no governo provisório de Michel Temer. O anúncio soou como piada, já que este é um governo essencialmente tucano, que só chegou ao poder graças ao apoio tucano, conta com vários ministros tucanos e já está em estágio avançado na implementação do plano de governo tucano – aquele que foi derrotado nas urnas.

Uma participação maior que essa, só se Temer entregar a faixa presidencial para Aécio e voltar a decorar algum canto do Planalto como vice-presidente. Bastaria dar um driblezinho a mais na Constituição, contratar Janaína Paschoal para oferecer aquele parecer jurídico camarada e aguardar as manchetes favoráveis. Temer já está com a mão na massa, acabou de adquirir o know-how necessário, não seria tão trabalhoso.

Depois de se amarem loucamente nos anos 90, PMDB e PSDB romperam por mais de uma década e voltaram recentemente em grande estilo, quando iniciaram um processo de desestabilização do governo Dilma – um governo que, por ruindade própria, já andava desestabilizado. Agora, que os pombinhos tomaram o poder e estão num relacionamento estável, surgem as primeiras briguinhas e ameaças de rompimento. Mas é puro charme. Estão no auge da paixão, e nada vai lhes separar tão cedo. Há muita estatal pela frente pra vender, baby.

No Congresso, comandados por Eduardo Cunha, as duas bancadas boicotaram todas as tentativas de ajuste fiscal de Dilma através de pautas-bomba, além de tumultuarem e adiarem votações com o objetivo claro de atrasar a saída para a crise e enfraquecer o governo.

O velho novo casal também inflamou as ruas financiando grupos de militantes a favor do impeachment – aqueles que se dizem apartidários, mas que recebem dinheiro de um lado e só batem panela contra o outro.

 Se Dilma foi merecidamente acusada de praticar estelionato eleitoral, Temer está indo além ao instalar o projeto tucano Na prática, a grosso modo, Temer está substituindo o programa da chapa pelo qual foi eleito pelo da chapa derrotada nas eleições. Sem mais nem menos. Se Dilma foi merecidamente acusada de praticar estelionato eleitoral, Temer está indo além ao instalar o projeto tucano – um neoliberalismo-ostentação rejeitado por quatro eleições seguidas. O povo brasileiro assiste atônito a este estelionato com duplo twist carpado e sem a chancela das urnas.

Vejamos como Temer vem cumprindo com louvor o programa de governo tucano:

Composição dos ministérios

Logo de cara, Temer nomeou três tucanos de alta plumagem para ministérios estratégicos: Justiça, Relações Exteriores e Cidades. Dos 24 ministros nomeados, apenas 6 apoiaram a candidatura de Temer. Quase todos os outros apoiaram Aécio, com destaque para os mais habitués do ninho tucano: Jungmann (PPS), Mendonça Filho (DEM), Geddel (PMDB), Osmar Terra (PMDB) e Picciani (PMDB).

Corte drástico de ministérios

Uma promessa da campanha do PSDB. E qual foi a primeira coisa que o interino fez ao sentar no trono? Mandou cortar diversos ministérios! Pastas caras à chapa pela qual ele foi eleito foram ceifadas sem nenhum pudor. Extinguiu o Ministério das Mulheres, da Cultura, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, a Controladoria Geral da União, entre outros. Fosse eleito, não sei se Aécio demonstraria tamanha competência na execução do plano de governo tucano.

Mudança na regra da partilha do pré-sal

José Serra, flagrado pelo WikiLeaks em conversas bastante amistosas com uma concorrente da Petrobrás, a Chevron, há tempos vem demonstrando enorme interesse em vender o pré-sal para empresas estrangeiras. O interino não pensou duas vezes e o colocou justamente nas Relações Exteriores. Além disso, permitiu que Cunha influenciasse decisivamente a Comissão Especial da Petrobras e Exploração do Pré-Sal, que concretizou o sonho tucano ao abrir as porteiras para o feirão do petróleo. Essa revisão do regime de partilha era uma das promessas do candidato Aécio. As petroleiras estrangeiras agradecem a graça alcançada.

Intensificação das privatizações 

Outro sonho dourado tucano prestes a se realizar no interinato-machocrata de Temer. E ele tem pressa. Em reunião com ministros, mandou um recado claro: Senhores, tudo que puder ser transferido à iniciativa privada, façam. Não temos preconceitos!. A ordem expressa deve ter surpreendido o PSDB, que sempre preferiu disfarçar essa sua tara nas campanhas por conhecer a rejeição popular.

 A coisa é tão surreal que até Pedro Simon, companheiro de partido de Temer, se disse “chocado”O impeachment de Dilma ainda não foi decretado, ainda há chances de ela voltar para o cumprimento integral do seu mandato. Remotas, mas existem. Se por um milagre isso acontecer, o país ficará ainda mais tempo paralisado, já que o copiloto que assumiu o comando resolveu mudar o destino do voo sem consultar os passageiros.

Além de imoral e antidemocrático, há juristas que afirmam que essas ações do interino são ilegais, porque ferem a Constituição. Tecnicamente, Dilma continua sendo a presidenta da República até o fim do julgamento e, portanto, Temer não possui legitimidade pra formar um novo governo durante a sua suspensão.

A coisa é tão surreal que até Pedro Simon, companheiro de partido de Temer, se disse “chocado” com o comportamento de quem deveria respeitar a transitoriedade do cargo.

Esta era uma questão importantíssima para se debater durante o processo de impeachment, mas em nenhum momento virou pauta na imprensa. A cobertura do noticiário narrou todos esses acontecimentos acriticamente, com certa naturalidade, como se fosse normal um presidente interino alterar tão profundamente as estruturas do governo de uma presidenta afastada de maneira provisória.

Parece óbvio, mas não custa lembrar que, numa democracia, o que confere legitimidade aos governantes ainda é o sufrágio universal, não as pesquisas do DataFolha e os editoriais do O Globo. Não se constrói pontes para o futuro sem sustentação democrática. Ao que parece, a tão falada Ponte (de volta) para o Futuro do PMDB deu uma passadinha em 64 e estacionou nos anos 90, em Higienópolis, não é mesmo?

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Leaflet Prague Spring 2 Network for WSF in Montreal 2016

No to NATO - So, 28/08/2016 - 08:42

Read the leaflet prepared by the Prague Spring 2 network for the World Social Forum in Montreal August 2016: PragueSpring2WSF2016.pdf

Download the leaflet prepared by the Prague Spring 2 network for the World Social Forum in Montreal August 2016: PragueSpring2WSF2016.pdf

Statement on Ukraine

No to NATO - So, 28/08/2016 - 08:06

Dear friends for peace

As we agreed I forward this draft for an Ukrainian statement negotiated by participants at the Ukraine session at the Peace meeting in Warsaw 10th of July 2016.

Statement on Ukraine

We participants at the NATO Alternative Summit “No to War – No to Militarism – Yes to Refugees” are inspired by the reports from opponents of war in Ukraine. We demand an end of the systematic violations of human rights in Ukraine often directed against anti-war activists.There must be an end of the killing, sending to prison and silencing peace opnion by governmental or far right violence. We demand an end to selective defence of human rights and stress the need of addressing violations equally in any country.

We call especially upon support for civil society dialogue across the frontline in the Ukrainian conflict. This needs much more attention together with humaintarian aid efforts supporting all victims. Economic links and humanitarian contacts across the present-day frontline should be restored. War mongering interference of different kinds by foreign powers should be replaced by peace building!

Dear friends for peace,

As we agreed I forward this draft for a common declaration, where I tried to integrate nearly all of the suggestions that came up during today´s discussion. I did not find any adequat term to substitute “Truth”, which as it is used is not a philosophical term, but a scientific one the historians use all the time.

With many thanks for all your attention

in solidarity yours

Leo Gabriel

Proposal for a DECLARATION OF WARSAW

For all of us, participants from 18 countries in the counter summit against NATO in Warsaw, it became clear throughout these last days that NATO beyond its interventionist and somehow neocolonial goals has the ambition to become also a political force ready to dominate not only the military, but also the political world order.

The undersigned therefore are taking up this new challenge by launching a CAMPAIN OF HISTORICAL TRUTH in order to counteract the historic lies of NATO by revealing

– that NATO lied when it promised the dismantling of its alliance together with the Warsaw-pact at the end of the cold war;

– that NATO lied when it presented and still presents the war in the Ukraine as a consquence of the territorial ambitions of Russia when in reality it had prepared already before, together with the European Union, to break the constitutional order using forces from the extreme right of Ukraine;

– that NATO lies when it presents the upsurge of Al Qaida and the so called “Islamic State” as a historical accident, when in reality these terrorist forces owe their existence to the historic crime of an interventionist war of the leading forces of NATO based on the lie that the Iraqi government disposed of weapons of mass destruction;

– that NATO lies when it presents their operations in the Mediterranean Sea implemented in alliance with the European Union as a war against human trafficking when in reality it is a war on refugees

All these facts and many others more should be revealed counteracting the biggest of all lies which is telling that NATO guarantees world wide security when in reality it has become the most destabilizing force threatening world peace and the existence of hundreds of millions through their waste of money and resources, like it has been shown during the NATO-summit in Warsaw.

Warsaw July 10th, 2016

Signatures: Leo Gabriel Coordinator of www.peacinsyria.org Member of the IC of the World Social Forum

 

Please have also a look to the leaflet prepared by the Prague Spring 2 network for the World Social Forum in Montreal August 2016: PragueSpring2WSF2016.pdf

Obamacare’s Faltering for One Simple Reason: Profit

The Intercept - Engl. - Sa, 27/08/2016 - 17:05

There have been dozens if not hundreds of news articles about Aetna leaving the Affordable Health Care Act’s online marketplaces in eleven states, and whether this signals serious problems for Obamacare down the road.

But none of them have truly explained that what’s happening with Aetna is the consequence of a flaw built into Obamacare from the start: It permits insurance companies to make a profit on the basic healthcare package Americans are now legally required to purchase.

This makes Obamacare fundamentally different from essentially all systems of universal healthcare on earth. (There is one tiny exception, the Netherlands, but of the four insurance companies that cover 90 percent of Dutch citizens, just one is for profit.)

Why does this matter? The answer is complicated but extremely important if Obamacare is going to avoid collapsing.

Insurance companies like Aetna complain that fewer young people than anticipated are buying insurance on the exchanges. The Obama administration was aiming at over 38 percent of the exchange pool being between 18 and 35 years old, but right now that number is just 28 percent. That means insurers have to pay more in health costs for customers who are older and sicker than anticipated, making those insurers more likely to abandon the exchanges. So a big swath of the U.S. now has just one insurance company offering Obamacare plans, and one county in Arizona has none.

The failure of young people to sign up in expected numbers is connected to the weakness of the Obamacare mandate. The amount that people who don’t buy health insurance must pay in penalties started off very low, and while it’s increased, it’s still usually significantly less than the cost of even the cheapest plan on exchanges.

By contrast, in other countries with private health insurance, the government response is ferocious if you don’t buy the basic package. Switzerland will seize your wages to pay for the necessary insurance. If you get sick in Japan without buying insurance you have to come up with all your back premiums before your insurer will pay your medical bills.

It is, of course, technically feasible to set up something similar in the U.S. But it will never be politically feasible. That’s because there would, rightfully, be an intense political backlash if the government started garnishing our paychecks and sending the money to Aetna, whose CEO made $28 million last year.

In Healing America, probably the best book ever written about how different countries provide universal healthcare, T.R. Reid explains that functioning systems have a huge variety of characteristics but several “standard building blocks” — and one is that “financing healthcare must be a nonprofit endeavor.”

As Reid writes, other countries have made it work with many different kinds of healthcare providers — doctors can work directly for the government, as in the U.K., or not, as in most other rich countries. Hospitals can be for-profit or not. But no one has been able to create a viable system of universal healthcare based on citizens being forced to help insurance companies make a profit.

Moreover, the political ramifications of non-profit healthcare financing go far beyond making it feasible to have a strong individual mandate to buy insurance. It also is a key reason why such systems have much lower costs: “When Aetna or WellPoint declines to pay for a drug or a procedure, the money saved goes to enhance the insurer’s profit, not to pay for another person’s treatment,” Reid points out. “So people are less willing to tolerate cost controls.”

So either Obamacare will include a universally-available, non-profit public option — which in turn would likely eventually become the only option — or it will eventually expire. There is no third way.

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Private Prison Involved in Immigrant Detention Funds Donald Trump and His Super PAC

The Intercept - Engl. - Fr, 26/08/2016 - 23:43

Geo Group, the second largest private prison company in the U.S., and a major player in for-profit immigrant detention, filed a disclosure this month revealing that it provided $50,000 through its political action committee to Rebuilding America Now, the Super PAC backing the presidential campaign of Donald Trump.

While Trump has not used his campaign to purchase campaign advertisements, an unusual dynamic noted by many in the campaign press, Rebuilding America Now has become his de facto paid media voice, with $2 million in recent anti-Hillary Clinton ad buys.

Trump has promised sweeping policies to detain and deport millions of undocumented immigrants, a policy platform that he routinely references at rallies across the country.

“You’re going to have a deportation force, and you’re going to do it humanely,” Trump explained on MSNBC last year. He also called for tripling the number of Immigration and Customs Enforcement agents and ending birthright citizenship, a right enshrined in the 14th Amendment to the Constitution.

In its filing, Geo Group also disclosed that its PAC has donated to mostly Republican-leaning groups, including $45,000 to the Trump Victory fund, a joint fundraising committee between Trump and various state Republican Party groups; $50,000 to the Florida First Project, a new Super PAC backing the re-election campaign of Sen. Marco Rubio, R-Fla.; and $1,500 to the Southwestern Border Sheriff Coalition, an organization supporting sheriffs that backs tough immigration enforcement policies.

Geo Group operates several immigrant detention policies on behalf of the government, such as the Adelanto Detention Facility in California, a prison widely criticized for overcrowding and alleged medical neglect, among other complaints.

Geo Group has a long history of donating to politicians behind an enforcement-first approach to immigration policy. Though the firm claims that it does not attempt to directly influence immigration issues, the firm disclosed that it lobbied on the comprehensive immigration reform bill debated in Congress in 2013 and openly concedes in regulatory statements that immigration laws are central to the company’s bottom line.

“Immigration reform laws which are currently a focus for legislators and politicians at the federal, state and local level also could materially adversely impact us,” the Geo Group’s 2011 annual report, filed with the Securities and Exchange Commission, states.

The statement specifically cited the “relaxation of criminal or immigration enforcement efforts.”

Earlier this month, in a move widely perceived as a response to a number of investigations and political pressure highlighting problems at private prisons, the Department of Justice announced that it would be phasing out use of such prisons by the federal Bureau of Prisons. The decision will impact firms such as Geo Group and Corrections Corporation of America.

But as The Intercept noted it is not clear if U.S. Immigration and Customs Enforcement, the agency involved with contracting out immigrant detention centers, will follow suit.

Top photo: A guard escorts an immigrant detainee from his “segregation cell” back into the general population at the Adelanto Detention Facility on Nov. 15, 2013, in Adelanto, California. 

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Sheriff’s Raid to Find Blogger Who Criticized Him Was Unconstitutional, Court Rules

The Intercept - Engl. - Fr, 26/08/2016 - 23:09

An appellate court in Baton Rouge ruled Thursday that a raid on a police officer’s house in search of the blogger who had accused the sheriff of corruption was unconstitutional.

The Louisiana First Circuit Court of Appeals argued that Sheriff Jerry Larpenter’s investigation into the blog ExposeDAT had flawed rationale: the alleged defamation was not actually a crime as applied to a public official.

The unanimous ruling from the three-judge panel comes after police officer Wayne Anderson and his wife Jennifer Anderson were denied assistance in local and federal court.

“I love it when justice is tangible,” Jerri Smitko, one of the Andersons’ laywers, told The Intercept.

“With that piece of paper it says that what they did was unconstitutional — that’s a great feeling because you’re holding it in your hand and it’s vindication for people that they intended to oppress,” she added.

The raid was sparked by the sheriff’s investigation into who was behind the anonymous blog that accused local officials, including him, of corruption and fraud. Through a blog and a Facebook page called “John Turner,” ExposeDAT used public records to show conflicts of interest.

The sheriff sought warrants when Tony Alford, a local business owner, filed a criminal complaint about the blog. On August 2, Larpenter and his deputies raided the Andersons’ house after they traced the IP address of the John Turner Facebook page through a warrant to AT&T.

The information AT&T provided, according to an affidavit, gave the sheriff an address and a name: Wayne Anderson.

The court found that the raid on the Andersons’ house was unjustified. “Anthony Alford, the supposed victim, is president of the Terrebonne Parish Levee and Conservation Board of Louisiana, and a public official,” the decision read. “Consequently, the search warrant lacks probable cause because the conduct complained of is not a criminally actionable offense.”

The ruling said that when applied to public officials, like Alford, the criminal defamation statute is unconstitutional.

Smitko said she now plans to go to the Terrebonne Parish Court and retrieve Anderson and his family’s electronic devices.

“I certainly believe that my clients have been damaged by this unconstitutional action,” Smitko said. “They’ve been deprived of their rights, and I anticipate that we’ll be meeting shortly to discuss pursuing a claim for damages against the parties involved.”

The electronic devices were being held for an investigation that was in the hands of the Louisiana attorney general. Now, the case is closed.

“We respect the First Circuit decision, we have no plans to appeal, and as far as the attorney general is concerned, the case is closed,” Ruth Wisher, press secretary for the attorney general, told The Intercept.

This week’s ruling comes after a tumultuous month of legal back and forth.

On August 5, following the raid, a post appeared on John Turner’s Facebook page. “Rumors of my demise have been greatly exaggerated,” he wrote, telling readers to “stay tuned.”

That same day, Judge Randall Bethancourt — the judge who signed the warrant ruled that it was within his jurisdiction to allow the search.

Anderson’s attorneys disagreed with the ruling but were initially unsuccessful in seeking relief. Arguing that their First-, Fourth-, and 14th-Amendment rights had been violated, Anderson and his wife sought intervention in federal court., asking for a temporary restraining order against Larpenter.

U.S. District Judge Jay Zainey denied the request.

“The judge could very well have erred in concluding that probable cause existed to believe that a crime was committed. But unless Larpenter lied to obtain the warrant, an error of law is not attributable to him,” Zainey wrote.

“I’m just very dismayed and actually aghast that this happened in the first place, and I am hopeful that our state appellate court will right the wrong,” Smitko told The Intercept after Zainey’s ruling.

While there have not been any new blog posts, the writer has taken to Facebook. On August 15, in a post that his since been taken down, the pseudonymous John Turner wrote: “Why is Sheriff Larpenter so angry about people exposing facts that are part of the public record?”

He went on to write a post similar in nature to his previous articles, outlining business ties among Parish officials.

Over the month of August, Larpenter had publicly defended his position. “They need to upgrade [criminal defamation] to a felony,” he recently said on local television station HTV10.

“The media come and all the different outlets, even our local media, wrote unsatisfactory accusations about me like, ‘Oh, they got freedom of speech. They can say what they want.’ Well that’s not true,” he said.

After the court of appeals decision, Larpenter told Houma Today, “we have to live with that ruling.”

On August 15, Larpenter was supposed to be honored for his service to the community by being inducted into the Louisiana Justice Hall of Fame. The ceremony was rescheduled because of flooding.

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Konflikt um EU-Flüchtlingspolitik

Hintergrund.de - Fr, 26/08/2016 - 17:55

Merkel stößt in Prag und Warschau auf Widerstand –

Von HUBERT BEYERLE, 26. August 2016 –

Bundeskanzlerin Angela Merkel ist auf ihrer Reise durch Mittelosteuropa in der tschechischen Hauptstadt Prag gestern mit einem Pfeifkonzert empfangen worden. „Merkel muss weg“, war zu hören und auf Transparenten zu lesen. Immerhin Dutzende Demonstranten waren zusammengekommen, um gegen die Flüchtlingspolitik der Bundesregierung zu demonstrieren.

Die Haltung der tschechischen Regierung in der Flüchtlingsfrage ist ebenso klar. „Wir können keinem System zustimmen, das auf verpflichtenden Quoten zur Umverteilung von Flüchtlingen besteht“, betonte Ministerpräsident Bohuslav Sobotka. Zuvor hatte er der Zeitung Pravo gesagt: „Wir haben hier bei uns keine starke muslimische

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Proibição do ‘burquíni’ funciona como propaganda do Estado Islâmico

The Intercept - Engl. - Fr, 26/08/2016 - 17:03

Fotos e um vídeo da polícia francesa emitindo multas a mulheres muçulmanas por violação da nova regulamentação local de mais de dez cidades da Riviera francesa espalharam-se pelas redes sociais na quarta-feira (24), gerando indignação e piadas por parte dos críticos à lei – que impede o uso de roupas mais comedidas por considerá-lo uma ofensa aos “bons costumes e ao secularismo”.

O tribunal administrativo mais poderoso da França, o Conseil d’Etat, determinou, na sexta-feira (26), que as proibições eram ilegais, mas o dano à reputação da nação já estava feito.

Let's stop pretending France is the land of "liberté" and "egalité" – when it allows something like this #WTFFrance pic.twitter.com/txSN4vw4In

— ?? Elena Rossini ?? (@_elena) August 24, 2016

“Vamos parar de fingir que a França é a terra da “liberdade” e da “igualdade” quando permite que algo assim aconteça”

L?i?b?e?r?t?é?, égalité, fraternité pic.twitter.com/QwzXfLBKFK

— Karl Sharro (@KarlreMarks) August 24, 2016

“Liberdade, igualdade, fraternidade”

Un dessin du Soudanais Khalid Albaih sur la polémique française du #Burkini pic.twitter.com/YSntEP3rAT

— David Thomson (@_DavidThomson) August 24, 2016

“Uma ilustração do sudanês Khalid Albaih sobre a polêmica francesa”

In my world, when men with guns tell a woman to undress, that's an extremely serious assault, not a secular value. #Burkini #WTFFrance

— Amy Lawton (@socialchangeftw) August 24, 2016

“No meu mundo, quando homens armados fazem uma mulher se despir, isso é uma agressão seríssima, e não um valor secular.”

Arrêté anti-burkini: une nouvelle photo de femme voilée verbalisée à Nice https://t.co/XRxe18g0WV pic.twitter.com/R3Q5bJoj7r

— L'Express (@LEXPRESS) August 24, 2016

“Parem com o antiburquini: nova foto de mulher com véu sendo multada em Nice”

Voici la vidéo des deux jeunes filles se faisant sortir de l'eau par la police à #Nice06 Sans porter de burkini… pic.twitter.com/NoY6i6V7bK

— Feiza Ben Mohamed (@FeizaK) August 22, 2016

Verbalisées pour un simple voile : la dérive des arrêtés "anti-burkinis" https://t.co/C8DVNAl12t pic.twitter.com/NOkIdO9s7i

— L'Obs (@lobs) August 24, 2016

"Madam i have to ask you to get off your clo…."
"Ah it is ok , i confused u w/ someone else" #France pic.twitter.com/NkMHZ6Lrln

— Ali Shoaib (@CoolGrumpy) August 24, 2016

“Senhora, preciso pedir que retire suas rou…” “Ah, não têm problema, eu a confundi com outra pessoa”

It’s like Martin Luther’s 95 theses, it’s so courageous. #nice06 #Burkini arrête, posted at every beach. pic.twitter.com/Nwjq3b2yIl

— carpetblogger (@carpetblogger1) August 23, 2016

“É como as 95 teses de Martinho Lutero. Tão corajoso. Postado em todas as praias.”

Mas as mesmas imagens foram recebidas com satisfação pelos extremistas que defendem que muçulmanos praticantes não têm lugar nos países europeus. Uma série de fotos publicadas pelo Daily Mail — mostrando policiais armados abordando uma mulher vestida com um véu, calça leggings e camisa de manga comprida em uma praia em Nice na terça-feira (23) — foram elogiadas pelo político holandês anti-islamismo Geert Wilders.

Fantastic.

Armed police order Muslim woman to remove burkini on packed Nice beach https://t.co/NmjWt5Y8Lw via @MailOnline

— Geert Wilders (@geertwilderspvv) August 24, 2016

“Fantástico. Policiais armados forçam mulher a remover burquíni em praia cheia em Nice.”

David Thomson, um jornalista francês que acompanha a atividade jihadista on-line, disse à Radio France que simpatizantes do Estado Islâmico nas redes sociais pareciam surpresos com policiais em Nice “criando propaganda em nome deles” e, dessa forma, criando o exemplo perfeito para o argumento de que a França humilha muçulmanos.

“Para eles, isso foi um presente divino”, disse Thompson. “A narrativa jihadista insiste há anos que é impossível ser muçulmano e praticar sua religião com dignidade na França;” O analista contou que minutos depois da publicação, as fotos se tornaram um dos assuntos mais debatidos na “jihadosfera” on-line.

“Essas fotos de Nice”, acrescentou, “vão alimentar anos de propaganda jihadista”.

A ironia, observou Thompson na semana passada, é que a vestimenta que foi banida, o traje de banho que cobre todo o corpo, conhecido como “burquíni”, é considerado indecente por teóricos islâmicos. Essas vestimentas, explicou, são o tipo de adaptação à cultura ocidental que mulheres muçulmanas nas colônias francesas no norte da África foram estimuladas a adotar.

"The body of the Muslim woman has always been a way for the French state to assert power over an entire population" pic.twitter.com/bgTqmkXiaP

— ????? ??????? (@Boutaina) August 22, 2016

“O corpo da mulher muçulmana sempre foi uma forma do governo francês controlar uma população inteira.”

Na quinta-feira (25), ativistas de um partido francês anticapitalista, o NPA, realizaram uma manifestação contra a proibição em uma praia em Leucate, cantando: “C’est aux femmes de décider: trop couvertes ou pas assez!” (“São as mulheres que decidem: cobertas ou nem tanto!”)

pic.twitter.com/e1JJ1mUEsX

— NPA (@NPA_officiel) August 25, 2016

Em Londres, manifestantes trouxeram areia para a Embaixada da França, em um protesto contra a proibição chamado “Vista o que quiser”.

NOW: #WearWhatYouWant beach outside French Embassy to say NO to controlling women's bodies #BurkiniBan pic.twitter.com/TSCBVCe7jf

— India Thorogood (@indiathorogood) August 25, 2016

“AGORA: Praia #VistaOQueQuiser na embaixada francesa (em Londres) para dizer NÃO ao controle dos corpos femininos”

Na sexta-feira (26), o Conselho de Estado explicou a sentença em que suspende a ordem emitida pelo prefeito de Villeneuve-Loubet, uma cidade próxima à Nice, alegando que os policiais excederam os limites de suas autoridades. A restrição do acesso de certas pessoas à praia, disse o conselho, ameaça liberdades fundamentais garantidas pela lei francesa, como a livre circulação e a liberdade de consciência, algo que só poderia ser justificado por uma ameaça grave à ordem pública. “Na ausência de tais riscos”, determinou a corte, “emoções e preocupações em função de ataques terroristas, incluindo os cometidos em 14 de julho em Nice, não são suficientes para justificar em lei a proibição contestada”.

Embora as autoridades de Nice tenham confirmado o incidente relatado pelo Daily Mail — e que pelo menos 23 outras mulheres foram multadas em 38 euros (R$ 138) esta semana — defensores da proibição do “burquíni” acusaram a mulher não identificada de participar de uma “provocação” armada.

Jérémie Boulet, membro do partido xenofóbo Front National, declarou que a mulher poderia estar tentando atrair as autoridades francesas para abordá-la por usar a vestimenta em um dia tão quente. Ele também sugeriu, de forma incorreta, que ela estava sentada em uma toalha quando foi abordada pelos policiais.

– Photo de bonne qualité
– Sans serviette sur des galets
– Habillée sous 36°
La provocation est réussie! #WTFFrance pic.twitter.com/ON7L1lauRt

— Jérémie Boulet (@BouletJeremie) August 24, 2016

Christian Estrosi, ex-prefeito de Nice e agora presidente regional de Côte d’Azur, publicou uma nota na quarta-feira (24) em que qualifica o comportamento de mais de vinte mulheres multadas por suas vestimentas como “provocações inaceitáveis” com o objetivo de “prejudicar os policiais da cidade”. Entrosi também alertou que as pessoas compartilhando as imagens da polícia emitindo multas às mulheres nas redes sociais poderiam ser processadas por colocar em risco a segurança dos policiais.

O vice-prefeito de Nice, Rudy Salles, declarou em uma entrevista polêmica com Razi Iqbal da BBC que as mulheres usando os trajes em questão para ir à praia devem ter sido coagidas a fazê-lo por radicais islâmicos.

ICYMI: interview with Dep Mayor Nice #rudysalles #burkiniban #france #islamaphobia @BBCNewshour @bbcworldservice https://t.co/7mr3d1uAFT

— razia iqbal (@raziaiqbal) August 24, 2016

“Entrevista com vice-prefeito de Nice”

Dep mayor of Nice defends burkini ban on basis of extremism. Mate, if you've got armed police ordering women to strip, you're the extremist.

— Ian Dunt (@IanDunt) August 25, 2016

“Vice-prefeito de Nice defende a proibição do burquíni devido ao extremismo. Amigo, se você coloca homens armados para despir mulher, você é o extremista.”

Uma agência de fotografias da França que adquiriu os direitos sobre as imagens contou ao jornal Libération que as fotos “definitivamente não tinham sido armadas, como alegado”, e que foram tiradas por um fotógrafo independente “que estava na praia por acaso” em busca de imagens da proibição sendo aplicada. Ele estava a aproximadamente 100 metros da mulher, quando observou a abordagem dos policiais e fotografou o encontro com uma lente teleobjetiva.

“O freelancer testemunhou a cena, que ocorreu às 11hs da terça-feira (23) e durou aproximadamente 10 minutos”, declarou em nota a agência Best Image. “A mulher recebeu uma multa e deixou a praia poucos minutos depois” Isso foi tudo que o fotógrafo presenciou”.

A especulação de que a situação poderia ter sido armada foi alimentada pelo fato do nome do fotógrafo não ter sido divulgado, mas o incidente ocorreu no mesmo dia que uma jornalista francesa, Mathilde Cusin, testemunhou algo ainda pior: uma mulher em Cannes sendo multada por policiais e hostilizada por curiosos. A mãe de 34 anos, identificada como Siam, contou à Agence France-Presse que recebeu a multa por sentar na praia com sua família usando um véu e calça leggings. “Eu não pretendia nadar”, contou.

Em uma entrevista para a revista semanal Le Nouvel Observateur, a mulher contou que ficou perplexa quando os policiais disseram que os frequentadores da praia eram obrigados a “vestir-se adequadamente”, de acordo com a nova regulamentação. Ao perguntar aos oficiais o que isso significava, foi comunicada que somente poderia permanecer na praia se concordasse em amarrar o hijab como uma bandana.

“Meus filhos estavam chorando por conta da humilhação”, contou Siam à revista. “Nem eu conseguia parar de chorar. Eles nos humilharam”.

Durante o impasse com a polícia, uma multidão de curiosos se aproximou. Alguns deles a defenderam, alegando que ela não estava fazendo mal a ninguém e não estava usando um “burquíni”. Outros, porém, dirigiram insultos racistas a mulher. “Eu fiquei chocada”, admitiu. “Ouvi insultos que nunca tinha ouvido antes, como “Vai para casa””. Siam, que nasceu em Toulouse e tem pais franceses, contou que alguém acrescentou: “Somos católicos aqui”.

“As pessoas exigiram que ela fosse embora ou removesse o véu. Foi muito violento”, Cusin contou à revista. “Tive a impressão de assistir a um bando perseguindo uma mulher sentado no chão às lágrimas com sua filha pequena.”

“O que mais me chocou foi que as pessoas, em sua maioria, tinham em torno de 30 anos, não eram mais velhos como se poderia imaginar”, acrescentou Cusin.

“No país dos direitos humanos, não vejo vestígios dos princípios de liberdade, igualdade e fraternidade”, disse Siam. “Estou indignada que isso pôde acontecer na França.”

Na quinta-feira, em entrevista em inglês à BBC, Siam disse sentir-se “uma estranha em seu próprio país”.

“Hoje, fomos banidas das praias,” contou em entrevista ao programa AJ+ da Al Jazeera. “Amanhã seremos banidos das ruas.”

This Muslim woman was forced to undress by armed French police. Social media reacted with #WTFFrance.https://t.co/RcC5mMIfX9

— AJ+ (@ajplus) August 24, 2016

“Esta muçulmana foi forçada a se despir por policiais franceses armados.”

“Somos mulheres. Somos adultas,” acrescentou. “E se o véu for uma opção pessoal, e as mulheres quiserem usá-lo, por que impedi-las?”

Foto principal: O texto de uma regulamentação que proíbe mulheres de usar trajes de banho que cobrem todo o corpo em uma praia de Nice, França. Tradução por Inacio Vieira

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BAE Systems Sells Internet Surveillance Gear to United Arab Emirates

The Intercept - Engl. - Fr, 26/08/2016 - 16:59

A Danish subsidiary of British defense contractor BAE Systems is selling an internet surveillance package to the government of the United Arab Emirates, a country known for spying on, imprisoning, and torturing dissidents and activists, according to documents obtained by Lasse Skou Andersen of the Danish newspaper Dagbladet Information.

The documents from the Danish Business Authority reveal an ongoing contract between the defense conglomerate, BAE Systems Applied Intelligence A/S, and the Middle Eastern oil federation dating back to at least December 2014.

The contract describes an internet surveillance product capable of deep packet inspection — “IP monitoring and data analysis” for “serious crime” and “national security” investigations. That could include capabilities like mapping a target’s social networks and extracting personal information and communications from devices including voice recordings, video, messages, and attachments.

According to the company’s contract, revealing any details about the agreement could have extreme consequences for its relationship with the “End User,” presumably the UAE government.

In a written statement, BAE Systems said, “It is against our policy to comment on contracts with specific countries or customers. BAE Systems works for a number of organizations around the world, within the regulatory frameworks of all relevant countries and within our own responsible trading principles.”

The Danish Business Authority told Andersen it found no issue approving the export license to the Ministry of the Interior of the United Arab Emirates after consulting with the Danish Ministry of Foreign Affairs, despite regulations put in place by the European Commission in October 2014 to control exports of spyware and internet surveillance equipment out of concern for human rights. The ministry told Andersen in an email it made a thorough assessment of all relevant concerns and saw no reason to deny the application.

According to Edin Omanovic, a research officer with Privacy International, this is one of the first tests of the commission’s new export controls, which are due to be updated next month.

“This comes at a crucial time, just before the European Commission is set to decide whether or not it proposes updates to regulations regarding the export of surveillance technologies,” he wrote in an email to The Intercept. “The fact that the export license was granted by the Danish authorities to the UAE, where human rights abuses are well established, and that this information was not publicly available, underlines why these reforms are urgently needed.”

“Without such safeguards, the current assessment criteria used by European governments to approve license applications will only serve as a rubber stamp,” he continued.

The disclosure of the BAE Systems deal comes after researchers from the University of Toronto’s Citizen Lab reported that a prominent human rights activist in the UAE was the target of an attempt to install potent spyware on his iPhone in an attack linked to the Israeli company NSO Group.

Human Rights Watch writes that the UAE “often uses its affluence to mask the government’s serious human rights problems,” which include arbitrary detention, torture allegations, threats to free speech, labor exploitation, and more. The UAE has led a systematic crackdown on members of the Muslim Brotherhood and other dissidents. Reporters have written about the UAE developing an emirate-wide surveillance program, while security researchers have uncovered weaponized malware attacks targeting Emirati activists and journalists.

And it’s not the first time the subsidiary, formerly known as ETI, has sold spyware to repressive regimes. Before being acquired by BAE Systems, the company sold surveillance equipment to the kingdom of Saudi Arabia, Information previously reported, as well as the corrupt Zine El Abidine Ben Ali regime in Tunisia prior to the Arab Spring uprisings.

Following Bloomberg’s exposé on the sale to Ben Ali and the acquisition by BAE Systems, representatives from BAE told a Danish documentarian, Mads Ellesøe, that the company has since “enhanced” the subsidiary’s export control process to comply with its human rights policies — drawing the new sale to the UAE into question.

A spokesperson for BAE Systems Applied Intelligence, also known as BAE Systems Detica, said in an emailed statement that “Since acquiring ETI in March 2011, we have enhanced its processes including introducing the BAE Systems Code of Conduct and associated policies on ethical conduct which are now integrated into the processes that govern all aspects of the day-to-day business. … BAE Systems Detica has instituted a further formal process, governed through a business conduct committee, which assesses relevant opportunities on the basis of responsible trading risks, ethical concerns and reputational risks.”

Some surveillance companies have suffered after being exposed for selling equipment to repressive regimes, like Hacking Team — the Italian firm whose internal emails were leaked last summer. Hacking Team also sold spyware to the UAE, reportedly to help the government spy on pro-democracy activists. However, Hacking Team may be bouncing back, as it’s due to present new “cutting edge” surveillance tools at the trade surveillance show ISS Latin America in October.

The U.S. government’s National Security Agency hosts some of the top hackers and surveillance tools in the world, capable of “touching” more of the internet than Google through deep packet inspection. Its XKeyscore program, first revealed by The Guardian, feeds off of a truly massive stream of worldwide online traffic from the backbone of the internet and automatically analyzes and inspects that traffic as it flows in.

Top photo: U.K. Prime Minister Gordon Brown visits the London offices of BAE Systems Detica, now BAE Systems Applied Intelligence, in 2009.

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Democratic Pundits Downplay Serious Ethical Issues Raised by the Clinton Foundation

The Intercept - Engl. - Fr, 26/08/2016 - 16:16

The Associated Press story this week revealing that as secretary of state, Hillary Clinton frequently met with donors to the Clinton Foundation, set off a firestorm in the media. Many Democrats and sympathetic pundits are criticizing the article — and have made the sweeping claim that, contrary to many deeply reported investigations, there is no evidence that well-heeled backers of the foundation received favorable treatment from the State Department.

While there are some legitimate criticisms of the AP story — its focus, for instance, on a Nobel Peace Prize winner meeting with Clinton distracts from the thesis of the piece — it is nonetheless a substantive investigation based on calendars that the State Department has fought to withhold from the public. The AP took the agency to court to obtain a partial release of the meeting logs. Other commentators took issue with a tweet promoting the AP piece, which they said might confuse readers because the AP story reflected private sector meetings, not overall meetings.

But in challenging the overall credibility of the AP story, Clinton surrogates and allies are going well beyond a reasoned critique in an effort to downplay the serious ethical issues raised by Clinton Foundation activities.

One frequent line of attack heard this week is that stories concerning the Clinton Foundation, at best, only reveal that some foundation donors received help at the State Department with visa problems:

  • Vox writer Matthew Yglesias argued that “however many times they take a run” at the Clinton Foundation, journalists “don’t come up with anything more scandalous than the revelation that maybe billionaire philanthropists have an easier time getting the State Department to look into their visa problems than an ordinary person would.” The Vox piece was circulated widely by the Clinton campaign.
  • ThinkProgress editor Adam Peck wrote that “aside from an occasional assist with acquiring a visa, or meeting with executives from a cosmetics company to talk about ways to curb gender-based violence in South Africa,” there were no “shady dealings” conducted by the Clinton Foundation. He added, “If Hillary Clinton was abusing the power of her office by running an international multi-million dollar pay-for-play scheme, she did a lousy job of it.”
  • DailyKos writer Mark Sumner, in a piece shared by Blue Nation Review, a website owned by Clinton campaign operative David Brock, claimed that “extensive reviews haven’t found any evidence — any evidence — that [the Clinton Foundation] affected a single action at the State Department.”

The assertions above obscure the problems unearthed through years of investigative reporting on the foundation. Journalist David Sirota, who has reported extensively on the Clinton Foundation, rounded up a sample of the stories that provide a window into Clinton Foundation issues:

  • The Washington Post found that two months after Secretary Clinton encouraged the Russian government to approve a $3.7 billion deal with Boeing, the aerospace company announced a $900,000 donation to the Clinton Foundation.
  • The Wall Street Journal found that Clinton made an “unusual intervention” to announce a legal settlement with UBS, after which the Swiss bank increased its donations to, and involvement with, the Clinton Foundation.
  • The New York Times reported that a Russian company assumed control of major uranium reserves in a deal that required State Department approval, as the chairman of the company involved in the transaction donated $2.35 million to the Clinton Foundation.

The Intercept has also reported on the Clinton Foundation and the conduct of the State Department under Clinton. Leaked government documents obtained by The Intercept revealed that the Moroccan government lobbied Clinton aggressively to influence her and other officials on the Moroccan military occupation of Western Sahara, which holds some of the world’s largest reserves of phosphate, a lucrative export for the kingdom.

As part of its strategy for influence, the Moroccan government and companies controlled by the kingdom donated to the Bill Clinton presidential library, the Clinton Foundation, and hired individuals associated with the Clinton political network. Despite a statement by the Obama administration that suggested it would reverse the previous Bush administration support for the Moroccan government and would back a U.N.-negotiated settlement for the conflict in Western Sahara, Clinton announced there would be “no change” in policy — and has gone on to praise the Moroccan government’s human rights record.

As recently as Monday, we learned that after being denied an official meeting with the State Department, Peabody Energy, the worlds largest coal company, used a consultant who donated heavily to the Clinton Foundation to back channel and attempt to set up a meeting with Clinton via her aide Huma Abedin. The consultant, Joyce Aboussie, wrote that “It should go without saying that the Peabody folks” reached out to her because of her “relationship with the Clinton’s [sic].”

Peabody and Aboussie have declined to comment, and it is unclear if the meeting took place.

There may be many other potential influence-peddling stories, but the State Department has not released all of the emails from Clinton’s private server and other meeting log documents, while redacting identifying information that could shed light on other stories. For example, Mother Jones and The Intercept have reported that Clinton used the State Department to promote fracking development across the globe, and in particular her agency acted to benefit particular companies such as a Chevron project in Bulgaria and ExxonMobil’s efforts in Poland. Both ExxonMobil and Chevron are major donors to the Clinton Foundation.

The release of more meeting log documents and emails would certainly reveal a better picture of potential influence.

In further criticizing the AP, Yglesias wrote on Thursday that the Clinton Foundation faces a double standard and that similar charitable groups set up by Republicans were not criticized closely by the press. In fact, Democrats and media figures roundly criticized the public interest foundations set up by Republicans and funded by lobbyists and special interest groups, including nonprofit organizations affiliated with Newt Gingrich and George W. Bush.

Earlier this year, in similar fashion to the questions raised about the Clinton Foundation, Democrats in Arizona raised influence peddling concerns regarding the reported $1 million donation from the Saudi Arabian government to the McCain Institute for International Leadership, a nonprofit group closely affiliated with Sen. John McCain, R-Ariz. As chairman of the Armed Services Committee, McCain oversees a range of issues concerning Saudi Arabia, including arms sales. But none of the pundits rushing to the defense of the Clinton Foundation defended McCain.

In fact, the more Clinton’s allies have worked to defend big money donations to the Clinton Foundation, the more closely they resemble the right-wing principles they once denounced.

In one telling argument in defense of the Clinton Foundation, Media Matters, another group run by David Brock, argued this week that there was “no evidence of ethics breaches” because there was no explicit quid pro quo cited by the AP. The Media Matters piece mocked press figures for focusing on the “optics” of corruption surrounding the foundation.

Such a standard is quite a reversal for the group. In a piece published by Media Matters only two years ago, the organization criticized conservatives for focusing only on quid pro quo corruption — the legal standard used to decide the Citizens United and McCutcheon Supreme Court decisions — calling such a narrow focus a “new perspective of campaign finance” that dismisses “concerns about institutional corruption in politics.” The piece notes that ethics laws concerning the role of money in politics follow a standard, set forth since the Watergate scandal, in which even the appearance, or in other words, the “optics” of corruption, is cause for concern.

Photo: Goldman Sachs Chairman and CEO Lloyd Blankfein speaks as former Secretary of State Hillary Clinton applauds at the Clinton Global Initiative.

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Ventimiglia: „Solidarität ist hier nicht willkommen“

IMI Tübingen - Fr, 26/08/2016 - 12:29
Vor mehr als einem Jahr wurden die Grenzkontrollen zwischen Italien und Frankreich wieder eingeführt. Seitdem prägen sowohl Migrant_innen, die in Italien blockiert sind, als auch die starke Polizei- und Militärpräsenz in der italo-französischen Grenzregion das Alltagsbild an der Côte d’Azur. (…)

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Führen aus der Mitte

German Foreign Policy - Fr, 26/08/2016 - 00:00
(Eigener Bericht) - Das Berliner Büro eines EU-weit vernetzten Think-Tanks warnt vor zunehmendem "Frust über die deutsche Dominanz" in den Mitgliedstaaten der EU. Die Bundesrepublik sei in den vergangenen zehn Jahren EU-weit zur unbestritten stärksten Macht geworden, heißt es in einer aktuellen Analyse des European Council on Foreign Relations (ECFR). Die "EU-Partner" müssten nun "entscheiden, wie sie mit Deutschlands Stärke umgehen". Manche äußerten Unmut, andere setzten darauf, "ihre Strategien an Deutschland auszurichten", und suchten nun nach Möglichkeiten, "um die Berliner Polit-Maschinerie zu beeinflussen". Kein Zweifel könne bei alledem daran bestehen, dass "Deutschlands politische Klasse" die EU weiterhin "als den bestmöglichen Rahmen für die Artikulation ihrer nationalen Interessen" betrachte. Während die ECFR-Analyse den Blick vor allem auf das Polit-Establishment anderer EU-Staaten richtet, stellt sich auch darüber hinaus die Frage, wie mit der deutschen Dominanz umzugehen ist, immer dringlicher: Berlin treibt die Militarisierung der Außenpolitik sowie Überwachung und Repression im Innern massiv voran - Maßnahmen, die der Kriegsvorbereitung dienen und alle betreffen.

US-Finanzministerium kritisiert EU-Steuerermittlungen scharf

Hintergrund.de - Do, 25/08/2016 - 23:54

(25.08.2016/dpa)

In den Steuerermittlungen der EU-Kommission kann es für Apple und den amerikanischen Fiskus um Milliarden gehen. Kurz vor der Entscheidung schickt die US-Regierung eine ungewöhnliche scharfe Warnung nach Brüssel.

Die US-Regierung verstärkt den Druck auf die EU-Kommission wegen der Steuerermittlungen gegen Mitgliedsländer, bei denen es unter anderem um eine Milliarden-Nachzahlung für Apple gehen kann. Kurz vor der erwarteten Entscheidung zum Apple-Standort Irland kritisierte das Finanzministerium in Washington das Vorgehen der Brüsseler Behörde in scharfen Worten und drohte mit nicht näher beschriebenen Gegenmaßnahmen.

Die Kommission wies den Vorwurf der Amerikaner, speziell US-Firmen im Visier zu haben, am Donnerstag zurück. „EU-Recht gilt gleichermaßen für

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